Nascemos de olhos postos no mundo, de coração bem aberto e com uma vontade indomável para participar, colaborar e transformar.
Entre nós encontras b-boys e b-girls, skaters, poetisas e poetas, chefes de cozinha, CEOs e muito mais. Somos mulheres, homens, pessoas não binárias, pessoas trans. Somos quem quisermos ser, somos quem nos apetecer! Somos irreverentemente responsáveis, gratas por tudo aquilo que nos acontece e um movimento global de pessoas que fazem a diferença nas suas comunidades através do que mais gostam de fazer.
Percebemos que as pequenas coisas e os pequenos grupos de pessoas movem montanhas e mudamos tanto mais quanto maior for a nossa capacidade de nos transformarmos.
Nascemos na rua, esse espaço seguro para criar, experimentar, falhar, conhecer. Sítio para sermos o que quisermos ser, para sonharmos, onde não existem barreiras.
Nos últimos anos trabalhámos do Porto para todo o país: temos ajudado dezenas de organismos públicos e privados a melhorarem as suas políticas públicas na área da participação cívica e social, firmamos trabalho com o Alto Comissariado para as Migrações para conseguirmos garantir voz e oportunidades relevantes a todos os jovens, independentemente do contexto, os nossos programas já ganharam dezenas de prémios e a nossa metodologia de voluntariado é Metodologia de Referência do Conhecimento da Fundação Calouste Gulbenkian. Mobilizámos milhares de jovens, centenas de seniores e de pessoas voluntárias.
A Comissão Europeia atribuiu-nos, o prémio Civil Society Prize, que reconhece as melhores iniciativas europeias que têm como principal objetivo garantir um futuro melhor para os jovens através da participação cívica.
Somos quem quisermos ser, somos quem nos apetecer ser!
Nascemos da vivência de um grupo de breakdance de Palmela que, ao treinar nos parques da vila, descobriu que podia usar aquilo que melhor fazia – dançar - para fazer a diferença na sua comunidade. Começaram a oferecer workshops e aulas informais a jovens em risco de exclusão social que inevitavelmente se juntavam ao grupo e aprendiam com os mais experientes. Estes jovens, com a experiência e tempo, cresciam e ensinavam os mais novos, gerando um ciclo de transmissão informal de informação e competências, sob o mote: “Eu transformo-te a ti com o que melhor sei fazer, mas tu tens de transformar alguma coisa à tua volta com o que estás a receber.”
Através do programa Global Changemakers, representámos as gerações futuras no Fórum Económico Mundial de Davos em 2010. Foi aí que surgiu pela primeira vez o nosso nome e que tivemos a oportunidade de apresentar o projeto ao Bill Gates e outros líderes mundiais. A partir daí nada voltou a ser o mesmo e a Associação Juvenil Transformers foi oficialmente constituída a 31 de agosto de 2010.
A nossa missão é aumentar massivamente o envolvimento cívico e social da sociedade civil em Portugal e no mundo. Fazemo-lo através de um modelo de impacto sistémico que já mobilizou mais de 8200 transformers, de 100 cidades portuguesas, graças a mais de 279 parceiros e clientes.
Temos cinco valores principais:
1.
Gratidão
2.
Informalidade
3.
Alegria
4.
Frescura
5.
Integridade
Academia
Vídeo